Nesta exposição a artista compartilha conosco duas de suas criações. A primeira, intitulada “Descarnar”,  constitui-se de fotoperformance em forma de tríptico, concebida pela artista e fotografada por Igor Cerqueira. A segunda intitulada “Fluxos”, constitui-se de uma performance/instalação em que, seminua, vestida com calcinhas, se coloca dentro de mosquiteiro e, diante de duas bacias, retira uma a uma 12 calcinhas, lava-as e, em seguida as estende em um varal. Esta performance teve duração de 4 horas. 

Isabel Miranda nasceu em 1985 na cidade de Contagem/MG. Lá cresceu e vive em um  terreiro. A partir da minha experiência de vida trás em meus  trabalhos as memórias, a natureza e narrativas que permeiam a sua construção em “ser mulher”.  Sua formação em artes começou em diversos cursos que realizou. Estudante de Artes Visuais na Escola Livre de Artes Arena da Cultura.  Atualmente está cursando Artes Plásticas na Escola Guignard – UEMG (Belo  Horizonte/MG). Dentre meus trabalhos destaca-se a participação na  “Mostra de Performance CEIA” em 2016, a participação em duas  edições da “Mostra Perplexa de Performances”, Mostra “Performance e o  Feminino” no Museu Minas Gerais Vale em 2017,  XIX  “Mostra Interna Escola Guignard-UEMG”, Exposição “Movências: corpocidade” no Centro  Cultural da UFMG, Exposição “Deixa que conto minha  história” na Galeria Online de Artes (GOnA), participação  em “CORPUS na BIM – Bienal de Imagem e Movimento”. Desenvolveu também trabalhos no Museu de Arte da Pampulha e no Projeto Arte da  Saúde. 

Contato:

www.instagram.com/isabel.acervo

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